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2.11.14

Na minha cabeceira: Fangirl


Hoje trago mais uma resenha de um livro que descobri por acaso e que acabou me surpreendendo bastante. Por indicação de uma de minhas seguidoras no twitter fiquei sabendo da escritora Rainbow Rowell, que não é muito conhecida aqui no Brasil, mas é muito querida lá fora.
Com um livro chamado "Fangirl" seria muito difícil não me identificar, e logo de cara eu já me apaixonei.



 Sinopse:

Cath é uma fã de Simon Snow. Ok, o mundo inteiro é um fã Simon Snow, mas para Cath, ser fã é sua vida - e ela é muito boa nisso. Ela e sua irmã gêmea, Wren, se esconderam na série Simon Snow quando eram apenas crianças , e foi isso que deu força a elas para superar o abandono de sua mãe. Lendo. Relendo. Frequentando os fóruns de Simon Snow, escrevendo fan fictions de Simon Snow. Agora que elas estão indo para a faculdade, Wren disse a Cath que não quer ser sua companheira de quarto. Cath é deixada por conta própria, completamente fora de sua zona de conforto. Ela tem uma companheira de quarto ranzinza com um encantador, sempre presente, namorado, uma professora de escrita ficcional que pensa que fan fictions são o fim do mundo civilizado, um colega bonito que só quer falar sobre palavras ... E ela não pode parar de se preocupar com seu pai, que é amoroso e frágil e nunca ficou realmente sozinho. Para Cath, a pergunta é: ela pode fazer isso?

  Título: Fangirl
  Autor(a): Rainbow Rowell
  Páginas: 448
  Avaliação: 4,5/5

Comecei o livro com as expectativas altíssimas e com certeza a história superou todas elas. A escritora conseguiu mesclar na narrativa bom humor, romance, amizade e relacionamento familiar.
Apesar de ser um livro grande (448 páginas) a história é muito envolvente e não é cansativa, estou completamente apaixonada por esse livro.
Os personagens são apaixonantes e o meu preferido é o Levi que desde o começo me encantou e que foi se mostrando cada vez melhor durante o decorrer da história. Confesso que pulei algumas partes de Simon Snow, pois não fazem parte no enredo e acho até que são desnecessárias e que ficaram muito "soltas" e confusas.  Apesar disso o livro é incrível e já esta sem duvidas entre os melhores e mais apaixonantes livros que já li.
E nem preciso dizer que mais que recomendo a leitura né? 






3.9.14

Na minha cabeceira: NÃO SE APEGA NÃO



                    Terminei alguns dias atrás de ler o livro "Não se apega não" da Isabela Freitas, que é blogueira e lançou seu primeiro livro recentemente. Acompanho o blog da Isabela já faz algum tempinho e confesso que comprei o livro sabendo apenas que ela trataria sobre relacionamento, mas sem saber de como abordaria o assunto. 
                Comprei achando que seria algo parecido com o livro do Frederico Elboni (Um sorriso ou doi- para mulheres que querem mais) e me surpreendi ao ver que é algo totalmente diferente. 
              Se você pensa em comprar o livro achando que ela irá te ensinar a como desapegar de garotos e viver a vida solteira, já logo te aviso que o livro se trata de muito mais, trata-se de desapegar do passado, garotos ou qualquer outra pessoa que não te faça bem, deixar tudo que te atrasa pra trás e seguir em frente para ser feliz.
         O livro contra a história da personagem Isabela e sua relação com amigos, namora e família. Durante a história, a personagem luta para colocar em prática o desapego: "Desapagar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pensado".
       Separei para vocês as melhores do livro:



  • "o clichê é compreensível e deve ser levado em conta, Quem muito espera se decepciona. Todos os dias repito para mim mesmo quando acordo: "Não espere nada do dia de hoje".
  • "O desapego não é indiferença, coverdia ou desinteresse. O desapego é se libertar de tudo aquilo que faz mal e causa sofrimento. Desapegar é sinônimo de se libertar. Soltar as algemas. Colocar asas. Se permitir voar novamente. O desapego é a aceitação, é o desprendimento".
  • "Querido cupido, eu quero você morra atingido pela própria flecha.
  • "É difícil acreditar de novo quando você já acreditou em quem não fez por onde".
  • "Nem me apaixonar, nem me decepcionar. Eu só queria uma certa calmaria antes que viesse uma nova tempestade. Porque você sabe, elas sempre vêem.
  • "O problema de fingir ser o que não conseguimos ser é que, no fim do dia, ainda resto o espelho para encarar. E o espelho não nos deixa mentir."
Vocês já leram o livro? Gostaram? Me contem nos comentários e deixem lá também livros que vocês recomendam a leitura ou que gostariam de ver a resenha aqui no blog.







18.6.14

Na minha cabeceira: Um sorriso ou dois- para mulheres que querem mais.



       Um sorriso ou dois- para mulheres que querem mais foi um livro que eu comprei basicamente por dois motivos:  por ser um livro de crônicas - eu já devo ter dito aqui sobre a minha paixão por livros de cronicas-  e fiz o que eu sempre aprendi a não fazer: julguei o livro pela capa e comprei.

       "Para Frederico Elboni, não existe certo ou errado quando os sentimentos estão em pauta. O que importa é encontrar harmonia e equilíbrio entre quem somos e o que fazemos; entre nossas ações e nossa perspectiva diante da vida.
E, consciente de que mulheres trazem na bagagem alguns conflitos internos em relação ao mundo e aos homens – e haja conflito! -, esse jovem autor se dirige a elas: mulheres apaixonadas, decepcionadas, ingênuas, destemidas... Todas ansiosas por palavras que as façam abrir em seu rosto um lindo e incessante sorriso. Ou dois".
         O livro para mim foi uma surpresa e a cada cronica que eu terminava de ler eu me apaixonada a cada fez mais pela forma de escrita do Frederico e me identificava mais e mais pelos seus textos, o livro é realmente tão incrível que eu indiquei para várias amigas e vim indicar ele para vocês também. 
Separei algumas frases que eu mais gostei do livro pra vocês para deixar com um "gostinho de quero mais" e para que vocês realmente fiquem com vontade de ler porque vale muito a pena.

"Espero nunca trocar os meus amigos pelos meus amores"
"posso dizer de boca cheia que o que nos falta é saber dosar. Afinal, a única diferença entre o remédio e o veneno é a dose"
"Uma pessoa inteira não merece uma pela metade".
"Entenda que as pessoas são diferentes e não têm nada a ver com os acidentes de percurso com os quais você cruzou até então".
"Deixe que a sua vontade de viver te leve de ombros leves e pés firmes".
"Menos indecisões, mais loucuras".
"Espero não ouvir de ninguém que mudei. Sei que os tempos ficam escassos, os amigos raros, as felicidades dribladas nos cotidianos cada vez mais rotineiros e os trabalhos incessantes. A gente cresce e muda de opinião, de amigos, de vivências.. Mas não podemos mudar de essência. Espero ter maturidade para continuar sempre assim, mesmo quando eu conquistar o mundo ou coração de alguma louca por aí". 



Vocês já leram esse livro ou já ouviram falar? Gostaram? Deixa ali nos comentários.






28.5.14

Na minha cabeceira: Eu me chamo Antônio.


          Faz já algum tempo que encontrei imagens de guardanapos com mensagens melancólicas e cheias de trocadilho na internet, e todas tinham como assinatura "Eu me chamo antônio" fiquei encantada pelas mensagens e fui informar sobre o que se tratadava, e foi quando eu achei a sinopse de um livro.
   "Antônio é um personagem de um romance que está sendo escrito. Ele é ficção viva e vai contar, em um livro de arte, por meio de guardanapos, uma história de amor, de desilusão e de recomeço que se passa em 1001 noites em mesas de bar. O autor é o publicitário Pedro Gabriel, de 29 anos, criador das poesias e filosofias de botequim que estampam os guardanapos reproduzidos no Tumblr Eu me chamo Antônio, no Instagram e no Facebook."
       Vocês provavelmente já devem ter visto essas imagens em redes sociais também, por isso hoje separei as imagens com as frases que eu mais gostei:
Vocês já conheciam o "Eu me chamo Antonio" ? Qual das frases vocês mais gostaram?

13.3.14

As 15 melhores frases do livro "Cidades de papel"


Vocês já devem ter percebido o quão apaixonada eu sou pelos livros do John Green, né?
Recentemente terminei de ler "Cidades de papel" e hoje resolvi separar as melhores frases do livro.
  • "Se eu surtasse toda vez que uma coisa ruim acontecesse no mundo, ia acabar completamente pirado."
  • Fazer as coisas nunca é tão bom quanto imaginá-las.
  • É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então, ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.
  • Eu me pergunto se amanhã vai ser diferente.
  • Talvez seja mais como o que você falou antes, rachaduras em todos nós. Como se cada um tivesse começado como um navio inteiramente à prova d’água. Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… e nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável.
  • O para sempre é composto de agoras.
  • "a forma como você pensa sobre uma pessoa não é a maneira como eles realmente são.
  • Ela talvez gostasse tanto de mistérios que acabou por se tornar um.
  • Quanto mais trabalho, mais percebo que os seres humanos carecem de bons concelhos. É muito difícil qualquer um mostrar a nós como somos de fato, e é muito difícil para nós mostrarmos aos outros o que sentimos.
  • Nada acontece como a gente acha que vai acontecer.
  • Isso sempre me pareceu tão ridículo, que as pessoas pudessem querer ficar com alguém só por causa de beleza. É como escolher o cereal de manha pela cor, e não pelo sabor."
  • É tão fácil se esquecer de como o mundo é cheio de pessoas, lotado, e cada uma delas é imaginável e sistematicamente mal interpretadas.
  • A cidade era de papel, mas as memórias, não.
  • Eu estaria mentindo se falasse que seu sorriso não mexe comigo.
  • Mas, se você não imaginar, as coisas sequer chegam a acontecer.
Como todos os outros, esse livro do John Green é maravilhoso, apesar de ser um pouco cansativo.
Recomendo  a leitura. 


6.3.14

Livro de Cabeceira: O Que o seu corpo cantaria?



Lendo alguns blogs por ai, descobri uma projeto que achei super interessante e resolvi compartilhar com vocês.

O Projeto "Livro de Cabeceira"  é um projeto do fotografo Luiz Augusto Rodrigues, a onde ele fotografa pessoas com letras ou títulos de musica , que representassem algo importante para elas, escritas em diversas parte do corpo. 



Essa ideia já tem feito bastante sucesso pelo Brasil, com a ajuda da internet, e por ter dado tão certo e trago tantas coisa positivas na carreira de Luiz  ele resolveu transformar essa projeto em livro. Ao todo foram 520 fotografias e no final ainda o leitor encontra uma página em branco, para deixa registrado uma foto com o próprio trecho de musica escolhido.


O Livro se chama Musica da pele- O que o seu corpo cantaria? 

Para você que ficou interessada pelo projeto para comprar o livro, é só clicar aqui  e para conferir mais fotos clique aqui.





24.1.14

Na minha cabeceira: Deixe a neve cair.

                   
Atenção:  Contém spoilers do livro, caso não queria saber algumas partes do livro, não leia. 
                           

                     Já contei aqui no blog o quão apaixonada estou pelos livros do John Green, li recentemente um dos seus livros, Deixe a neve cair, por isso vim hoje fazer uma resenha e contar para vocês o que achei da história. 
          O livro traz três contos, cada uma narrado por um autor, John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle, são história diferentes que ao longo do livro você percebe que uma completa a outra.

       Os contos se passam durante um natal de muita neve, o primeiro conto, O Expresso Jubileu narrado por Maureen Johnson, fala sobre Jubileu uma garota que é obrigada a fazer uma viagem de trem até os avós na Flórida, porque seus pais foram presos em um tumulto por causa das comprar de Natal, fazendo com que ela fique longe de seu namorado. Para piorar, o trem em que estava ficou preso na neve e ela foi obrigada a procurar abrigo em uma Waffle House. Lá, ela encontra Stuart, um jovem que o faz refletir sobre o seu namoro e vida.

  O segundo conto, narrado por John Green, o milagre da torcida de natal, fala de Toby, JP e Duke, que recebem uma ligação de uma amigo falando que líderes de torcida invadiram a Waffle House em que trabalha e que eles tinham que ir até lá antes que outros garotos que eles odeiam chegasse, até a chegada do local muita coisa acontece...

   O terceiro, contado por Lauren Myracle, o Santo padroeiro dos Porcos, conta a história de Addie, uma jovem que está mal pelo término do namoro, durante essa fase, todos ao seu redor resolvem chama-la de egoísta, inclusive sua melhor amiga. E para provar que todos estavam errado, Addie promete buscar uma encomenda para sua amiga, mas ela se esquece de ir no horário combinado e ela acaba se metendo em muita confusão. 
     
De todos os contos o que eu menos gostei foi o primeiro, por ser o mais longo e cansativo, pois a narradora perde muito tempo falando sobre as frustrações da personagem em não gostar de seu nome, e porque é preciso de uma longa história para que nós leitores possamos entender do porque dos pais da protagonista terem sido pressos.
O segundo conto já é bem melhor, dando um toque cômico ao livro, sem deixar o romantismo de lado, que é o ponto forte de John Green. 
O terceiro conto fecha a história com chave de ouro e de todos foi o que eu mais gostei. Apesar de falar sobre as tristezas e frustrações de Addie, o conto não é tão cansativo quanto o primeiro. Sem contar que é neles que ficamos sabendo qual foi o final de todos os personagem dos outros contos.
Recomendo o livro, principalmente para aquelas que gostam do clima natalino. 





17.1.14

Confissões de adolescente - O Filme


                 Confissões de adolescente - o filme estreio recentemente e eu que assitia a série quando era menor, não pude deixar de assistir e fui correndo para o cinema assim que lançou.
 Passa ano, passam gerações, as redes sociais mudam, a cor do cabelo já não agrada como antes, as tendências do mundo da moda mudam, mas os medos e desafios da adolescência parecem os mesmo, e é  exatamente sobre isso que o filme fala. 

 Confissões de Adolescente acompanha a vida de quatro irmãs em fases diferentes. Enquanto Tina (Sophia Abraão) procura sua independência fora de casa, Bianca (Isabella Camero) enfrenta a hora de escolher a profissão ideal e o dilema de sua sexualidade. Já Alice (Malu Rodrigues) enfrenta a experiência da primeira vez com seu namorado, enquanto Karina (Clara Tiezzi), a mais nova,  vive em seu mundo de informática.
Surpreendendo, o filme mostra diversas situações da adolescência de forma bem  simples e engraçada, tem seu roteiro feito por Matheus Souza e a trilha sonora é simplesmente incrível, com vários nomes da nossa geração, como Mallu Magalhães, Silva e até (minha querida e amada) Clarice Falcão, sem contar em outras musicas que traz uma deliciosa nostalgia, possui um elenco incrível e com participações especiais (Caio Castro é uma delas <333)
É um filme maravilhoso que recomendo à todos, então corre pro cinema ver e depois me conta o que achou!











                                                                                                                                                                                                                                                                       


28.11.13

Na minha cabeceira: Depois dos quinze- Quando tudo começou a mudar




Depois dos quinze ficou entre os meus desejos literários assim que foi lançado, comprei e li  já faz um bom tempo, mas só hoje tive e espaço aqui no blog para compartilhar minha opinião sobre ele aqui com vocês.
Sinopse: Neste livro você encontra histórias, desabafos e segredos de Bruna Vieira, garota de 18 anos, colunista da revista Capricho e dona do blog "Depois dos Quinze", um dos mais influentes em moda, comportamento e internet para o público adolescente. Bruna apresenta aqui sua história em belíssimas crônicas que já conquistaram milhares de fãs, leitores e leitoras em sua coluna, em suas redes sociais e em seu blog

Primeiro de tudo não posso começar antes de dizer o quanto eu me orgulho da Bruna, como leitora fiel já algum tempo do Depois dos Quinze, é maravilhoso ver que ela conseguiu realizar um dos (se não o maior) sonhos da vida dela. 
Bruna é muita mais que uma blogueira de moda, ela é uma escritora que sabe tudo de coração e cada texto publicado faz com que eu me identifique mais e mais com ela e com os seus textos, ela é a prova de que é preciso sempre acreditar nos sonhos em que se tem, pois todos, até mesmo os que parecem ser impossíveis se tornam realidade. Por isso antes de tudo, admiro muito a força dessa garota mineira.

Agora indo ao que interessa, o livro. Pra começar o que mais gostei é que o livro é feito de crônicas, que se completam uma a outra, o que faz você ficar presa enquanto não conseguir terminar de ler o livro.
Bruna misturou contos e crônicas da realidade, segundo ela alguns são continuações de alguns textos de seu blog e  ainda brinca no começo do livro dizendo: 
Os leitores nunca vão saber se aquilo que está escrito são seus sentimentos ou é algo inventado. 

25.9.13

Na minha cabeceira: Inclassificável- Memória da Estrada.


Mel Fronckowiak lança seu primeiro livro, Inclassificável – Memórias da Estrada. O livro ela conta através de crônicas como encarrou os bastidores da novela e da turnê de Rebeldes.
 Seu twitter possui mais de um milhão de seguidores e a atriz incentiva seus fãs a leitura.
O tour de lançamento de Inclassificável – Memórias da Estrada passa pelo Rio de Janeiro, por São Paulo, por Brasília, Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre, Pelotas, Passo Fundo, Recife e Olinda.

27.8.13

Na minha cabeceira: Nao faz sentido, por trás da camera.

Semana passada o vlogger, Felipe Neto lançou o seu livro: Não faz sentido por trás da câmera.
A onde ele conta a historia e tudo o que aconteceu nos bastidores do seu vlog, nao faz sentido que foi criado em 2010.


 Confira a sinopse do livro:
 Você já conhece o Não faz sentido. Agora vai conhecer tudo sobre seu criador, o maior vlogger do Brasil.
Criado por Felipe Neto em 2010 sem maiores pretensões, o Não Faz Sentido tornou-se um fenômeno da internet brasileira e o primeiro canal de vídeos em língua portuguesa a ultrapassar a marca de 1 milhão de inscritos.
Confundido muitas vezes com seu personagem reclamão, Felipe Neto expõe nesta obra sua outra face, sem óculos escuros, muito diferente da que se vê em seus vídeos mais famosos. 
Do garoto que se levantou da falência para a exposição meteórica (que o acabou levando à depressão); dos bastidores envolvendo o vídeo contra a série Crepúsculo ao desentendimento com celebridades; acompanhamos, com muita sinceridade, uma história de sucesso por trás dos panos. 
Você conhece o Não Faz Sentido. Agora vai conhecer a história, através de uma linguagem bem-humorada e sem nunca se levar muito a sério, pela lente de quem está por trás da câmera. E comprovar que, apesar do nome, este livro nos apresenta a história de um projeto cujo sucesso possuiu não apenas toda lógica, como também todos os motivos para se comunicar com uma geração altamente conectada, disposta a revolucionar a maneira como lidaremos com a produção e o conteúdo do entretenimento mundial. 



Estou super curiosa para saber os bastidores desse vlog e quero comprar o meu livro o mais rápido possível. E vocês já compraram o seus? Leia e depois me contem o que acharam. Beijos Gabs.

7.8.13

Na minha cabeceira: a menina que roubava livros

Resenha: “A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.”
Minha opinião: "Quando a more conta uma historia você deve parar para ler" é o que vem escrito na capa do livro e acredite você deve parar mesmo. A historia é linda e este é um dos livros que mais me emocionaram, com certeza está entre os meus favoritos.
Esse foi um livro que me prendeu do começo ao fim, ele é cheios de surpresas e apesar de ser uma história fictícia, ele apresenta vários fatos reais da época em que se passa a história.
Apesar de ficar extremamente chateada pelo fato de o próprio livro contar o final da historia e principalmente contar que um dos personagens (o meu favorito) morre no meio do livro, eu super recomendo a leitura e te garranto que você irá se emocionar com a historia.


E vocês já leram esse livro também? O que acharam? Me contem nos comentários.



                                  Beijos Gabs.

Gabriela é paulistana, tem 17 anos e é uma libriana ao pé da letra. É viciada em tecnologia - está sempre conectada- e sonha em trabalhar com jornalismo de moda. É extremamente curiosa, gosta sempre de descobrir coisas novas. É uma blogueira de primeira viagem. "Tenho em mim todos os sonhos do mundo".

 
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